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Saúde e Bem Estar Sáude e Bem Estar


A enxaqueca infantil e na adolescência

Postado em 09/11/2020


 

Entre adolescentes, as dores de cabeça podem se tornar mais fortes no período pré-vestibular, por exemplo. Autocobrança e cobrança dos pais podem criar um estresse que leva a essa condição. Já nas crianças, o aparecimento da enxaqueca pode ser por causa do relacionamento conjugal ruim dos pais ou devido à pouca atenção dada a ela.

 

Os possíveis gatilhos da enxaqueca infantil, segundo o neurologista Paulo Faro e do neuropediatra Antônio Carlos de Farias, do Hospital Pequeno Príncipe, podem ser:


1. Psicológicos: Estresse, ansiedade e depressão.
2. Fisiológicos: febre ou doença, falta de refeição, fadiga e privação ou excesso de sono, menstruação.
3. Sensibilidade Sensorial: luz fluorescente, luz brilhante, luz cintilante, mudanças de pressão barométrica, altitude alta ou mudança de altitude, odores fortes, telas de computador etc.
4. Trauma Físico: Esforço físico, traumatismo craniano menor (como ser atingido na cabeça por algum objeto).
5. Alimentares: queijos e derivados, cafeína, chocolate, chá mate, embutidos em geral (presunto e enlatados com conservantes), refrigerantes.

 

Os sinais da enxaqueca podem variar de pessoa para pessoa, se é uma criança pequena ou se já se é um pré-adolescente ou ainda mais velho. Segundo os especialistas, os pais devem não devem menosprezar a queixa de cefaleia em seus filhos e logo procurar causas e tratamentos. Ainda mais se tornarem recorrentes. “Fique atento. Mesmo que seja emocional, há sempre um fator subjacente que precisa ser esclarecido e tratado”, diz o neuropediatra Antônio Carlos de Farias.

 

“Geralmente ela é uma dor unilateral, alternante, não sempre no mesmo local, que lateja, de moderada a forte intensidade e associada a outros sintomas: incômodo com luz, barulho, enjoo e até ter vômito”, diz o neurologista Paulo Faro. A fase da dor de cabeça pode estar associada a muitos sintomas, que mudam com a idade. O ideal é investigar e levar a um especialista.